Dia 11, de Cafayate/SAL/ARG à Cabra Corral/SAL/ARG

Dia 11, de Cafayate/SAL/ARG à Cabra Corral/SAL/ARG

  
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09/07/2014. Ruta Nacional 40 (RN40) de Cafayate/SAL até Cachi/SAL, Parque Nacional Los Cardones e Cuesta del Obispo era a programação para o décimo primeiro dia. Prometia ser longo, só não sabíamos quanto, pois tínhamos 130km de rípio pela frente até Cachi/SAL. Chegando na Ruta Nacional 68 (RN68) iríamos parar em algum posto e decidir se iríamos direto para Salta ou se pousaríamos na represa Cabra Corral.

Acordamos cedo, por volta das 8:00 e tomamos o nosso café da manhã. Procuro não exagerar, principalmente quando vamos enfrentar um trecho mais pesado, que pode exigir um pouco mais de esforço ou atenção. Uma refeição mais leve ajuda a evitar uma congestão alimentar ou o raciocínio ficar mais lento enquanto seu estômago processa a comida. Ao longo do dia, enquanto estou rodando, sigo essa dica do meu amigo Manoel, refeições leves e de fácil digestão, com muita fruta.

Fizemos o checkout no hotel Portal del Santo (GPS: S26.07612° W65.97404°), colocamos as malas e às 10h estávamos em cima da moto. Na saída de Cafayate/SAL paramos cinco minutos no Posto Petrosol (GPS: S26.06249° W65.97073°) para abastecer as motos, o combustível estava Ok, mas só aceitavam pagamento em dinheiro. Na cidade existem outros postos, talvez eles aceitem cartão.

Na Argentina, o 9 de Julho é data de comemoração da independência e feriado nacional. Na saída de Cafayate/SAL e em algumas outras cidades que passaríamos durante o dia, havia blitz policiais, mas em nenhuma fomos parados e na maioria foram cordiais. O legal da data comemorativa é que em muitas cidades, especialmente as menores, vimos os moradores indo para comemorações ou se divertindo em partidas de futebol.

Os primeiros 30km são tranquilos, asfaltados, de longas retas e poucas curvas, todas bem fechadas. Neste trecho encontramos um badén enorme para a travessia do rio San Antonio, um dos maiores badenes de nossa viagem. Ao longo do dia iríamos passar muitos outros. A alguns metros um desvio na estrada de alguns metros de terra com areia, já preparava o espírito para o dia. Passamos então pelas cidades de Animaná/SAL e San Carlos/SAL, depois desta última, começava o rípio.

O rípio é um tipo de pavimento de pedras sobre uma estrada de terra ou areia. Um dos objetivos é melhorar o deslocamento dos veículos. Outra é diminuir a erosão que resultaria em buracos ou valetas. Usando uma proporção ideal entre pedra e terra/areia, o pavimento se torna mais firme do que se fosse somente de terra ou areia. Mas tanto na situação de uma camada maior de pedra ou uma camada maior de areia, o pavimento se torna mais instável com a roda afundando, deslocando as pedras ou a areia ao procurar o ponto mais firme da pista. No rípio, a estabilidade e aderência é bem menor do que no asfalto. E como nas estradas de terra, levanta uma bela poeira que atrapalha a visão de quem está atrás.

Minhas sugestões para tornar mais fácil o deslocamento da moto sobre o rípio são:
- conduzir a moto de pé, pois você terá um melhor equilíbrio e se a moto sambar você conseguirá controlá-la mais facilmente;
- coloque peso nas pedaleiras para mudar de direção ao invés de pressão no guidão;
- deslocar o peso do corpo para trás, deixando a frente mais leve, com isso a roda da frente irá “cavar” menos o rípio. Se você deixar muito peso na roda da frente ela irá “copiar” mais as imperfeições, deixando-a mais instável.
- deixe a frente mais solta, relaxe e diminua a pressão no guidão. A tendência da moto é procurar a estabilidade e o equilíbrio. Quanto menos você “brigar” com a moto, ela ficará mais estável em um terreno irregular e com menos aderência.
- se a moto sambar, não corte a aceleração de forma abrupta. Se você o fizer, a frente irá afundar e é tombo na certa. Na maioria dos casos, se você manter a aceleração, a própria moto irá corrigir e se estabilizar.
- procure identificar e andar sobre os “trilhos” das rodas dos carros. Mesmo que visualmente não pareça, nos trilhos o piso está mais compactado e você encontrará um rodar mais estável.

Bom, se prepare, mesmo com essas dicas, você ainda vai passar por alguns sustos. No trecho de 35 km de rípio até o nossa primeira parada, fui ultrapassar uma caminhonete e quando voltei para a pista encontrei uma camada de pedras mais alta e fofa, a moto sambou de um lado para o outro, tudo muito rápido. Levei um tremendo susto, a única coisa que lembro de ter feito foi manter a aceleração, pois se havia um jeito de não cair, seria este.

Por falar em ultrapassagem, na Argentina, Chile e Peru, os carros sinalizam com seta à esquerda para que você os ultrapasse. É muito estranho, demora para acostumar. Mas o pior mesmo, é que a seta à esquerda é usada tanto para que você ultrapasse, quanto para virar à esquerda. Então preste atenção se naquele ponto onde estão sinalizando não há uma saída para outra estrada ou um posto de parada. No Chile, já estávamos esperando a algum tempo para conseguir ultrapassar um caminhão. Quando ele sinalizou à esquerda, começamos a ultrapassagem, e não é que o desgraçado saiu da estrada principal e entrou num acesso de uma estrada secundária. Então, confie desconfiando desta sinalização.

A nossa primeira parada, por volta das 11:15, foi na Quebrada de Las Flechas (GPS: S25.70101° W66.11416°), uma formação geológica que parece uma cadeia de pontas de flechas. Tiramos várias fotos, que hoje servem de recordação de uma paisagem tão única, uma ótima lembrança da viagem. Ficamos perto de 25 minutos lá.

Subimos nas motos e continuamos a viagem. Pouco depois de passarmos pelo povoado de Angastaco/SAL, conseguimos ver o Rio Calchaquí que dá nome ao vale que batiza a região. Chama atenção como as terras próximas ao rio se tornam férteis e podemos ver o verde de pequenas fazendas entre a estrada e o rio.

No caminho passamos também pelos povoados de El Carmen/SAL e La Angostura/SAL. A menos de 2km após La Angostura foi a vez da Claide levar um susto, em uma reta, pouco antes de uma curva (GPS: S25.51205° W66.23054°), uma camada grande de areia na pista. A moto dela sambou para um lado, sambou para o outro, até que ela conseguiu parar e equilibrar a moto.

Chegamos na cidade de Molinos/SAL pouco antes das 13hs. Tínhamos planejado parar lá para comer alguma coisa, mas como não estávamos com muita fome e ainda tínhamos muito para percorrer da RN40, decidimos seguir em frente.

Rodando mais 10km o painel da minha BMW começou a acusar perda de pressão no pneu traseiro. Podia ser alguma pedra que fez perder um pouco de pressão ou um furo. Diminuímos o ritmo e a pressão continuou a cair, o pneu tinha furado mesmo.

Por sorte, a R 1200 GS Adventure usa pneu sem câmara, mesmo a roda sendo raiada. A pressão ia caindo devagar e arriscamos continuar rodando mais um pouco, até que consegui ver ao longe o que parecia um povoado. Na verdade são dois povoados separados por uma ponte. Tínhamos visto ao longe Seclantás/SAL, do outro lado do rio. Chegamos antes em El Monte/SAL, onde aparentemente tudo estava fechado por conta do feriado.

Decidimos atravessar a ponte e quando estávamos entrando em Seclantás, encontramos um morador que pacientemente nos explicou onde tinha um gomeiro (borracheiro), em El Monte, na própria Ruta 40. Demos meia volta e em pouco mais de um km estávamos chegando nele. Na verdade é a casa dele e a borracharia (GPS: S25.32288° W66.25147°) funciona na garagem da casa. Lá fomos recebidos por um garoto de uns quatro anos de idade, que devia ser o neto ou filho do borracheiro, que logo foi chamá-lo. Enquanto aguardávamos, o morador que nos indicou o local da gomeria apareceu para se certificar que tínhamos encontrado o local, muito amável.

O gomeiro, bem humorado, começou a trabalhar no pneu enquanto eu o ajudava. A Claide abriu um pacote de batatas para comermos alguma coisa e acabou fazendo amizade com o menininho. Acabamos encontrando o culpado pelo furo, a ponta de uma pedra,que mais parecia uma pequena lança. O gomeiro limpou a região do furo e aplicou um remendo interno com cola para vulcanização. Ficou um serviço bem feito, e não tive problema com este pneu novamente pelos próximos 10.000km até o fim da vida dele. O serviço levou cerca de 30 minutos. Não me lembro ao certo, mas acho que ele me cobrou algo perto de ARS 65 (BRL 20).

Seguimos viagem, e depois da primeira ponte, a cerca de 1km de El Monte, a estrada bifurcava (GPS:S25.31495° W66.24958°), não encontro sinalização alguma e assumo que o correto é seguir em frente. Cerca de 300 metros depois, vejo que estávamos no caminho errado e damos meia volta usando a subida para ajudar a manobrar. Este foi nosso único erro no trajeto deste dia.

Percorremos os demais 27km até Cachi/SAL sem dificuldades, chegamos lá por volta das 15hs. Cachi/SAL é uma das maiores cidades da região, acabamos passando direto por ela, mas acredito que deva ter algumas opções para fazer uma refeição ou mesmo se hospedar.

O trecho da Ruta 40 de Cachi/SAL até Payogasta/SAL, no encontro com a RP33, é asfaltado, mal conservado, mas asfaltado.

Os pontos de atenção da RN40 são:
- o rípio, que para quem não está acostumado a andar nele ou em estradas de terra, vai sofrer um pouco
- o fluxo de veículos, não presenciamos nenhuma barbeiragem. Mas você deve tomar cuidado para não invadir a pista contrária nas curvas cegas, para não dar de cara com outro veículo.
- em algumas pontes e outros pequenos trechos a pista é estreita, passando apenas um veículo.
- há telefones “SOS” entre cada 5 a 10 quilômetros, bem sinalizados.

O trecho de 43km da Ruta Provincial 33 (RP33) desde o encontro com a RN40 até a Piedra Del Molino está asfaltado em perfeito estado. Aqui a estrada atravessa o Parque Nacional Los Cardones que reune milhares e milhares de cactos (cardones). Aqui vimos também a primeira placa de travessia de animais com a imagem de um guanaco, parente da lhama.

O traçado nestes 43km é formado de longas retas, com pequenos trechos sinuosos. Há uma longa reta de cerca de 17km conhecida por Recta del Tin Tin, traçada pelos incas por volta do ano de 1500, e chama atenção pela precisão sem contar com o uso de equipamentos modernos.

Este trecho termina na Piedra Del Molino (GPS: S25.18081° W65.85793°), é o local onde foi deixada uma grande pedra de moagem talhada em granito. A carreta que transportava a pedra se rompeu e o dono decidiu abandoná-la ali mesmo e nunca mais voltar. O local marca o ponto mais alto da RP33 à 3348 msnm (metros sobre o nível do mar).

Infelizmente não sabíamos deste local e acabamos fazendo uma parada rápida no acostamento a um quilômetro antes dele. A esta altitude, nós estávamos começando a ficar com frio, eu fechei toda a ventilação da minha roupa e a Claide trocou as luvas. Eu dei uma pequena caminhada de poucos metros para tirar uma foto das motos e quando voltei estava ofegante, muito estranho. Quando voltei para perto da Claide, ela me perguntou pq estava assim, respondi que não sabia e devia ser a altitude. Ela me chamou de exagerado e foi então tentar fechar o baú da moto dela. Ela não tinha força e não conseguiu fechar. Eu só consegui na segunda tentativa. Pela primeira vez sentimos o efeito da altitude na viagem.

A Piedra del Molino marca o início da Cuesta del Obispo, que segue até o local conhecido por paraje (parada) El Maray. Este trecho da RP33 tem cerca de 22km, sendo 16km de rípio. O traçado vai serpenteando pela encosta para vencer um declive de 1130 metros. Esta encosta na verdade se chamava antigamente Cuesta de la Dormida del Obispo, pois em 1622 o bispo de Tucumán viajou de Salta até Cachi e teve que pernoitar improvisadamente neste ponto.

Já estávamos cansados de tanto rípio naquele dia, tanto que quando começamos a rodar a Cuesta, ainda no asfalto, via ao longe uma estradinha de rípio e pensei, ainda bem que daqui para frente é asfalto e não vamos precisar pegar aquela estradinha. E, para a nossa decepção, aquela era a RP33 que estávamos rodando.

Foi um dos trechos mais belos e também mais difíceis do dia. A paisagem do vale é muito bonita, com montanhas verdes cobertas por uma vegetação rasteira e riscos de neve acumulada. A estrada segue a encosta, então de um lado você tem a montanha, do outro um precipício. Chegamos a encontrar um ponto em que parte da estrada tinha desmoronado. O rípio, com muitas pedras soltas, trechos com muita areia e badenes com um pouco d’água, acabavam diminuindo a nossa confiança, mas no final a pista não nos deu nenhum susto. Acabamos reduzindo a nossa velocidade média para cerca de 30km/h.

Os sustos que tivemos foi com os veículos que seguiam no mesmo sentido que nós. Eles nos ultrapassavam em qualquer lugar, até em curvas sem visibilidade. Tivemos dois sustos maiores, o primeiro foi comigo, para atravessar um badén em curva, com muita pedra solta, acabei abrindo um pouco mais a curva, e um argentino maluco me ultrapassou por dentro da curva. Já a Claide, levou um susto quando um carro nos ultrapassou rapidamente tirando uma boa fina dela. Não sabemos se esta falta de educação é comum, ou se os argentinos estavam desesperados com “a morte da bezerra” para chegarem logo em casa para assistir a semifinal da Argentina na Copa do Mundo 2014.

A outra dificuldade que tivemos neste trecho, era a moto da Claide que continuava morrendo com a injeção suja do combustível adulterado de dias atrás. Em uma curva cotovelo, bem fechada, a moto apagou e por sorte a Claide não se desequilibrou. Ainda bem que a bateria do intercomunicador já tinha acabado, se não teria ouvido muito naquele instante. A Claide gosta de estradinha de chão, mas não tanto quanto eu, tanto que um pouco depois ela parou para dar uma alongada no pescoço e me deu um olhar fulminante, que quase caí da moto... rs...

Pouco antes de El Maray a estrada volta a ser asfaltada e inicia o trecho conhecido como Quebrada de Escoipe, o traçado é bem sinuoso, acompanhando o rio de mesmo nome. Rodamos cerca de 17km até chegar numa simpática ponte de treliça de metal que atravessa o rio. Como essa ponte não suporta veículos de mais de 15 toneladas, há uma indicação de desvio (GPS: S25.15793° W65.66622°) para os caminhões fazerem a travessia pelo rio. Fiquei com muita vontade de fazer essa travessia pelo rio, mas depois daquele olhar fulminante não quis arriscar ter qualquer imprevisto.

Depois da ponte há um pequeno trecho de três quilômetros e meio de rípio. Neste ponto parece que escavaram parte da rocha da montanha para a estrada passar. A parede escavada da montanha chega a cobrir metade da pista, dando um efeito bem bonito.

Mais para frente, já no asfalto, ao passarmos por uma placa que indicava a distância para a cidade de Salta/SAL a Claide sinaliza com o braço. Não dá para confiar nas placas de distância da RP33, a muitos quilômetros para trás tínhamos visto uma placa dizendo que faltava 30km, agora víamos uma falando em 51km (que estava correta). Com o cansaço, queríamos chegar logo. Já tínhamos rodado mais de 260km com muito rípio até aquele ponto.

Chegamos no fim da RP33, na cidade de El Carril/SAL, às 17:25. Na última parada, já tinha marcado como destino no GPS um posto YPF que tem na cidade, na RN68. Mal há sinalização no encontro da RP33 com a RN68 e se não fosse pelo GPS, teríamos cruzado direto a RN68.

O Posto YPF (GPS: S25.07385° W65.49701°) de El Carril/SAL tem uma loja de conveniência bem completa, com várias opções do que comer e várias mesinhas para sentar. Chegamos no meio do jogo da Argentina e uns 20 argentinos tinham se reunido para assistir o jogo lá. Nós estávamos morrendo de fome, e aproveitamos a parada para fazer um lanche e nos hidratarmos. Além disso, precisávamos decidir se seguiríamos direto para Salta/SAL ou se seguiríamos um pouco ao sul para conhecer a represa de Cabra Corral. Com acesso à internet, conseguimos confirmar a reserva em um hotel na represa.

Depois de descansar por cerca de 1h no posto, abastecemos as motos e seguimos na RN68 sentido sul. A estrada estava em bom estado e conseguimos fazer rapidamente os 26km até a cidade de Coronel Moldes/SAL. Lá o GPS fez um pequeno atalho de 1km por uma ruazinha de terra bem sinistra, que parecia não ter saída, mas logo conseguimos acessar a Ruta Provincial 47 (RP47).

A RP47 é uma estradinha deliciosa, bem sinuosa e asfaltada, que acompanha a margem da represa. Como já estava escurecendo, não conseguimos aproveitar bem toda a paisagem, algo que ficaria para o dia seguinte. São 13km de Coronel Moldes/SAL até o Hotel del Dique.

Não gostamos de ter nos hospedado no Hotel del Dique (GPS: S25.27703° W65.38790°, booking.com) de Cabra Corral, não recomendamos. O hotel fica num local muito privilegiado da represa, com uma bela vista. Os quartos são amplos, mas as vantagens param aí, o hotel parece que parou no tempo a uns 20 anos atrás pela decoração do quarto. A tv praticamente não tem sinal, a internet era bem ruim (via celular 3G) e tivemos que mudar de quarto para conseguir acessar o wifi. Mas o pior susto foi encontrar uma camareira em nosso quarto quando voltávamos do jantar. Ja era a segunda vez que ela entrava no quarto, na primeira vez ela limpou o banheiro que tínhamos nos banhado antes do jantar. Na segunda estava trazendo toalhas. Não esperávamos que ninguém fosse entrar aquela hora em nosso quarto e acabamos nos descuidando e deixando os nossos documentos e dinheiro à vista, . Aparentemente ela não mexeu em nossas coisas, mas que foi muito estranho, isso foi. Talvez essa segunda entrada tenha sido para aprontar, mas por sorte, nunca vamos saber.

O jantar no restaurante do hotel foi satisfatório, pedimos uma truta para Claide e eu pedi um prato de pejerrey com camarões. Os dois pratos eram acompanhados de batatas e pedimos um arroz para complementar. Pejerrey é um peixe pequeno, pescado na própria represa. Dos dois pratos, foi o que preferimos.

Cansados deste longo dia, onde rodamos cerca de 315 km com muito rípio, voltamos para o quarto e capotamos novamente em nossa cama.

Veja também:
- o relato da Claide para este dia: "Rípio, muito rípio, rípio com precipício e mais rípio!!!!"
- o relato do dia anterior: "Dia 10, Quebrada de Las Conchas em Cafayate/SAL/ARG "
- o relato do dia seguinte: "Dia 12, de Cabra Corral/SAL/ARG à Tilcara/JUJ/ARG"

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