Brasil - BR-373/BR-476/SP-250 - Rastro da Serpente

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A Rastro da Serpente deve estar na lista de todo motociclista brasileiro, mas especialmente na dos paulistas e paranaenses pela proximidade. Com cerca de 250km de curvas em um bom asfalto. O trajeto é interessante para todos os estilos de motociclistas, desde o custom, passando pelo touring ou mesmo esportivas, e para todos os níveis de experiência. Um novato não terá dificuldade de fazer o trajeto, no máximo irá mais devagar que alguém mais experiente. O visual da estrada é bem legal pois a estrada passa em uma região montanhosa com bastante vegetação, passando por vales, rios e outras vistas.

Trecho avaliado: desde Itapetininga/SP até Curitiba/PR, em Julho/2014

Descrição:

Estrada conhecida pelos motociclistas paulistas e paranaenses. A ligação entre as duas capitais, São Paulo/SP e Curitiba/PR, normalmente é feita pela Rod. Regis Bitencourt (BR-116). A estrada Rastro da Serpente corre em paralelo a BR-116, com um percurso 90km mais longo e extremamente sinuoso.

A estrada não tem este nome oficialmente, mas ganhou este apelido pelos motociclistas pela quantidade de curvas no trajeto. O trecho com este apelido vai de Capão Bonito/SP até Curitiba/PR.

Trechos:

O trecho entre Itapetininga/SP e Capão Bonito/SP da Rodovia Professor Francisco da Silva Pontes (SP-127/BR-373) foi recentemente duplicado e recapeado, estando em ótimo estado, quando passamos em Julho/2014, faltava alguns poucos quilômetros para serem duplicados. O traçado é bem tranquilo com retas e curvas abertas

O trecho entre Capão Bonito/SP e Apiaí/SP da Rodovia Sebastião Ferraz Penteado (SP-250/BR-373) é de pista simples, e o asfalto tem muitos remendos e alguns buracos, nada que ofereça risco, é só não abusar da velocidade. O traçado continua com algumas retas, mas começa a ter mais curvas.

O trecho entre Apiaí/SP até Tunas do Paraná/PR, a estrada está em excelente condição, acredito que tenha sido recapeada não faz muito tempo. O traçado se torna bem sinuoso, com muitas curvas de baixa e média velocidade e pouquíssimas retas. Num trecho de cerca de 60kms, iniciando em Apiaí, começa a descida e depois a subida no vale para atravessar o Rio Ribeira de Iguape, uma variação de cerca de 800m.

O trecho próximo de Bocaiuva do Sul/PR até Curitiba/PR estava sendo recapeado em Julho/2014, o asfalto estava bom, mas sem sinalização alguma, quando passamos. Acabamos fazendo este trecho à noite, mas tivemos que diminuir bem o ritmo pois não conhecíamos a estrada, não havia faixas pintadas no asfalto, ou sinalizadores (olhos de gato) demarcando a pista. O traçado fica menos sinuoso, mas continua com curvas de média velocidade e algumas retas.

Dificuldades:

Não encontramos trechos difíceis no trajeto. Um motociclista com pouca experiência conseguirá fazer o trajeto com facilidade, no máximo mais lento que alguém mais experiente. A pista estava bem limpa, não encontramos areia ou terra na pista, nenhum buraco que pudesse causar um acidente maior ou outros riscos.

Sugestão de roteiro:

Para acesso à estrada a partir de São Paulo pegamos a Rodovia Castelo Branco (SP-280), saímos na Rodovia Senador José Ermírio de Moraes (SP-075), em seguida pegamos a SPA-091/270 Rodovia Doutor Celso Charuri que liga a SP-075 com a Rodovia Raposo Tavares (SP-270). Na Raposo saímos na altura de Itapetininga/SP, acessando a Rodovia Professor Francisco da Silva Pontes (SP-127/BR-373) com destino a Capão Bonito/SP.

Saindo de Capão Bonito/SP seguimos então pela Rodovia Sebastião Ferraz Penteado (SP-250/BR-373), passando por Guapiara/SP, Apiaí/SP e Ribeira/SP.  Em Ribeira/SP passamos a ponte da divisa SP/PR e chegamos e Adrianópolis/PR, neste ponto a estrada muda de designação e nome, vira a Estrada da Ribeira ou do Ribeirão (BR-476). A estrada segue, passando nas cidades de Tunas do Paraná/PR e Bocaiuva do Sul/PR antes de chegar em Curitiba/PR.

Fizemos o percurso entre São Paulo/SP e Curitiba/PR de 485km em 9h30m, mas foram várias paradas: duas para abastecer e outras quatro para café da manhã, almoço, descanso e fotos. Acredito que com menos paradas e mais curtas, seja possível fazer o trajeto em bem menos tempo.

Acredito que seja possível fazer um bate-volta indo pela Rastro da Serpente e voltando pela Regis Bittencourt (BR-116), mas deve ser muito cansativo. Eu recomendaria fazer a Rastro da Serpente num dia e o retorno pela Regis Bittencourt no outro.

Pontos onde fizemos paradas:
- Capão Bonito/SP: Posto BR para almoço, comida simples, mas boa e barata. (GPS: -24.007089, -48.340532)
- Capão Bonito/SP: Foto na placa da “Rastro da Serpente” (GPS: -24.007974, -48.341140)
- Apiaí/SP: Auto Posto Avenida para abastecimento (GPS: -24.516608, -48.841582)
- Adrianópolis/PR: Posto BR para descanso (GPS: -24.65923219, -48.99030435)
- 20 kms após Adrianópolis/PR: Para fotos (GPS: -24.76366282, -49.01638468). * cuidado, foi nesta parada que uma das motos teve um pneu furado por um prego.

 

Anexos

  • Descrição do Arquivo
    Tamanho do Arquivo
    Tipo do Arquivo
    Downloads
  • BR_Rastro_da_Serpente_1000.GPX
    Track Garmin (reduzido) da estrada Rastro da Serpente
    102 KB
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  • BR_Rastro_da_Serpente_Full.GPX
    Track Garmin (completo) da estrada Rastro da Serpente
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Avaliação do Editor

(Atualizado: 01 de Setembro de 2014)
Avaliação Geral 
 
5.0

250kms de curvas

Entre as TOP 10 estradas para os motociclistas brasileiros

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